quinta-feira, 12 de março de 2009

Sabatinando

Quanto inspiras minha lentidão.
Minha alma espera pelo menor acalento.
Para enfim adormecer em teus braços.
Deitar em teu colo,
Ouvir tuas palavras,
Cantar o teu gosto.
Que nunca me falte a necessidade
De uma noite clara,
e de um mundo vazio!
A bondade é o pior desespero,
é a loucura mais sombria,
a cobiça irreal!
Abro os olhos quando os teus foram desalumiados,
onde tudo se fez perdido!
Não é maior meu desapontamento do que foram os teus,
comigo tudo é um risco,
uma generalização perigosa,
uma montanha russa,
um veículo sem freios.

3 comentários:

Amanda Goulart: Jornalismo em tempo real disse...

Ás vezes fico pensando como somos dependentes de um amor humano....
De uma família, um amigo ou um homem.
Sem amor tudo é vazio e escuro, pode ser claro, depende do gosto.
E como magoamos a essas pessoas de quem dependemos...

yo disse...

o que falar, eu tenho
por que falar, eu penso
para que falar, meu senso

sabe quando você lê um autor e quase tudo te toca? tá cada dia mais apurada sua escrita.

yo disse...

o que falar, eu tenho
por que falar, eu penso
para que falar, meu senso

sabe quando você lê um autor e quase tudo te toca? tá cada dia mais apurada sua escrita.