terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O ÂMAGO LIBERTINO









O meu amor é um carnaval.
Foram capítulos longos e persuasivos
de compassividade e confusão.
É um amor destrambelhado,
de um ar calado, maciço e abstrato.
Falta vir a calma,
é louco de larga expressão.
Consumindo cada pedaço,
chegando a ser lascivo,
concupiscente em detalhes mínimos.
Importa de não ser importante,
Desgrenhando os cabelos,
Captando toda a sensibilidade,
desabitando os corpos vinculados.
É coisa de pele,
É coisa de alma,
É uma roupa amassada,
São coisas espalhadas,
As bocas coladas,
São dois corpos e um coração.

4 comentários:

zebill disse...

É amor! Agente em pouco tempo , vimos o mundo dar mil voltas varias vezez! Mais o amor fala mais alto e acaba tudo dano certo!
te amoo

MARCOS disse...

Cara! que lindooooooo!
no + comments.

MARCOS disse...

olha Nayara é lindo ver seu amor, contemporâneo e depois talvez extemporâneo, desatar os nós. E fazer de vocês: sós, em vós e voz.

Amanda Goulart: A Liberdade pelas mãos do Jornalismo disse...

Lindo... Puta que pariu!!!
As vezes sinto que o meu amor tb é assim...
Destrambelhado, louco, sem noção, mas bom demais!!
O q Deus uniu homem nenhum separa.