quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Bagatela


Como se essa possibilidade ainda existisse
Eu fechei as portas,
Tranquei toda a saída.
Fiz isso para não me perder de mim,
Já que minha essência vinha se evaporando.
É essa a profundidade frívola da vida!
Desse desmerecimento patenteado,
Minha usura fracassada,
Minhas palavras estridentes,
Queria perder tudo isso...
Ao mesmo tempo que me dói não saber perder,
Nesse mesmo momento em que tudo já está tão perdido, que não posso encontrar mais nada...

4 comentários:

Filippe. disse...

"é como arrombar uma porta aberta..."

me deu vontade escrever um livro sobre arrombar uma porta aberta.

Ju disse...

Suas palavras como sempre me agradam! é dificil se fechar, mas tem momentos que mais dificil é necessario! se nao enconra, talvez nao esteja olhando no lugar certo, no momento certo! quando a poeira assenta, a beleza se revela! obrigada por suas palvras carinhosas e acima de tudo obrigada pela sua amizade! Te adoro! bjaoo

Filippe. disse...

esse seu último comentário, junto com meu post falando sobre culpa me lembrou uma música do los hermanos, que diz:

"cobre a culpa vã, até amanhã eu vou chegar"

Amanda Goulart: A Liberdade pelas mãos do Jornalismo disse...

Foi meu sorriso escancarado
e meu amor demais
que os afastaram de mim...
Quando vamos entender as pessoas, a vida e principalmente os amigo?
Como posso....
AIAI...
Tirando as coisas do meu coração amiga.