quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Alacridade

Descobri em mim um gosto meio sem gosto,
uma vontade de fazer o que não deveria,
uma facilidade em me expressar nos retratos,
em colorir fotografias.
Descobri que gosto de folhas em branco,
Gosto de liberdade,
de sentir o vento.
Gosto de todas as formas,
de todas as artes,
de todos os gostos,
de todas as boas histórias.
Gosto ainda de muitas outras coisas,
algumas inefáveis, outras perturbadoras.
Algumas as quais guardo só para mim,
para que às vezes eu saiba de que gosto mesmo.

Um comentário:

Amanda Goulart: Jornalismo em tempo real disse...

Amores amigas,
amores almas amantes.
Muitos mais que um simples toque
é sua presença em mim.
Mais forte que um sorriso,
mais forte que um abraço ou uma distância...
É maior do que qualquer palavra.
Basta apenas um olhar e tudo se torna compreensível.
Não há no universo nenhuma língua, gesto ou ato
que resuma o meu sentimento.
Olho no espelho e vejo teus olhos quando me encontro na escuridão.
A peneira da vida passa. Os corações pequenos caem, mas os grandes permanecem.
Não há nada entre nós, apenas amor.
Sentimento, coração, mãos, verdade, ouvidos, lágrimas e ausência...
Ausência de explicação.