sexta-feira, 17 de abril de 2009

SOBEJOS

Busca que não se cansa,
nesse emaranhado de dentes,
nessas convulsões de expressão,
de tantos que ainda não descobriram, de fato,
o sentido da verdadeira sensibilidade.
A inquietação da alma,
a difusão da vida...
A propagação intensa dos atos!
Não apenas coincidência,
e nem sempre incidente...
Somos parte dessa peça,
Estamos inseridos neste espetáculo.
É inegável, a vida.
É inegável, o tempo...
Ainda que não possuamos a fonte,
ainda que não restem nem mesmo as palavras
para concluir este ato,
e que restem tampouco os ossos,
que a partir de então não serão mais nossos.
E com um pouco de sorte, talvez restem algumas idéias, que com o passar do
tempo também não terão mais tempo para restar.

5 comentários:

Paulo Campos Jr disse...

A vida é curta e devemos aproveitar. Viver bem é viver feliz e saber a quem amar.

Um abraço, interessantíssimo e muito bonito o seu blog.

darsh. disse...

bem filosofico se vc pensar... gostei!

Fernanda Fernandes Fontes disse...

Sabe Nayara, quando descobrimos a essência das artes em nossas vidas é algo tão grandiosos quanto fatídico: é a morte da quietude,eternamente.

Bjs

iilógico disse...

tempo...

Camila disse...

Verdade! O tempo...