domingo, 7 de junho de 2009

Pecado

Situações imprevisíveis se apoderaram de meu espírito,
caótico.
Não existem mais pensamentos de sã consciência.
As memórias se apagaram e voaram para longe.
Ponto. Naquele momento crucial.
Desligaram os aparelhos.
De repente, nessa solidão que inundou meus dias,
não encontro mais,
Não vejo mais nada.
Apenas o último momento.
Ressurgir o medo pelo fim.
A inquietação desigual.
Vejo as portas se fecharem depois de três dias.
Coloco-me entre os degraus daquela catedral,
aguardo pela ausência presente.
Acredito mais e menos.
Não resta mais consolo.
Choros e ranger de dentes.
Gritos e penúria.
Para mim, para minha alma,
pela minha carne.

5 comentários:

Talita Prates disse...

Obrigada pelas palavras gentis, Nayara!
Volte sempre, hein!
Boa semana.
Paz.

GrandeR@O disse...

olha quando vc torna esses poemas um livro vc me avisa q eu vou comprar hehehe
bjus
ah eu adorei o poema hehehe

Priscila Rôde disse...

Que intenso, gostei daqui =) voltarei mais vezes! Beijos

Amanda Goulart: Jornalismo em tempo real disse...

Será assim?
Acho que Jesus deve estar nas escadas dessa catedral...
BJo amiga

Thaís Velloso disse...

lindo texto, gostei :)
adorei o blog também,
beijos.